Você por dentro da escola

Logo Casa Das Letras-01Acompanhe momentos do dia a dia da Escola Casa das Letras! Conheça projetos, eventos e atividades da Educação Infantil e primeira fase do Ensino Fundamental. Curta, comente e dê sugestões. Seja bem-vindo!

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Como estudar bem o ano todo

Organizar o tempo e o material de estudo é o primeiro passo. Escolher um lugar tranquilo ajuda muito. Não deixar a matéria acumular também. Confira as dicas para aprender bastante e se sair bem nas provas, sem estresse nem aperto

 

Das 4 às 5 horas da tarde, nem adianta chamar o estudante do 5º ano, Vitor Yudi, de 9 anos, para brincar. Nesse horário, de segunda a sexta, ele tem compromisso: fazer em casa as tarefas da escola.

Entre duas e três vezes por semana, Vitor estica esse período de tempo para estudar o conteúdo aprendido em sala. Não gosta de deixar acumular matéria sem revisão.

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Vitor vai à escola pela manhã. Ele acha importante determinar uma parte da tarde para fazer tarefa, estudar e se organizar melhor ao longo do dia. O menino explica que esse hábito o ajuda a realizar outras atividades sem aperto.

Segundo Vitor, manter uma rotina de estudo faz o tempo render para se dedicar às coisas de que gosta. No caso dele, as horas disponíveis são divididas entre assistir às séries preferidas, brincar, ir às aulas de programação de computadores e praticar esporte. “Jogo futebol”, conta.

Manter o material escolar organizado também faz parte dessa rotina porque facilita na hora de estudar, diz Vitor. A mochila e o estojo dele comprovam esse cuidado, que inclui tratar bem cada item: livros, cadernos, lápis, caneta e borracha.

Assim, o aluno que adora estudar Geografia e Matemática, sempre começa o ano letivo levando para a escola o material de que cuidou em anos anteriores e que até parece novo, de tão conservado!

“Já estudo fazendo a tarefa!”

Júlia tem 9 anos de idade e uma rotina diária de estudos. Assim que volta da escola, almoça, espera uns 40 minutos e começa a organizar o material para fazer a tarefa. Ao mesmo tempo, vai revendo o que aprendeu em sala de aula.

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No ano passado, Júlia levava cerca de uma hora e meia para fazer isso. Agora, que está no 5º ano, diz que demora o dobro desse tempo para terminar — mas com direito a pausa para lanche e descanso –, porque o conteúdo aumentou.

Para cumprir bem essa etapa diária, a menina ou vai para o escritório dos pais ou fica no quarto dela. Explica que é importante estar em um ambiente de silêncio para se concentrar.

Enquanto estuda, Júlia garante que nem se lembra do telefone celular. E, quando chega o período de provas, ela está preparada. “É preciso ir estudando antes e não deixar o volume de matérias acumular”, ensina.

Organizando o tempo, ela consegue se divertir e ainda estudar violão e balé. Pratica cada atividade duas vezes por semana. Toda noite, arruma a mochila e a pasta com o material de inglês para levar à escola no dia seguinte.

Júlia diz que aprendeu com a mãe, Julianna, a ser organizada. “Minha mãe tem pasta para tudo”, observa a menina, que tem uma exclusiva com o material das aulas de inglês para não misturar com outros livros e cadernos.

Participe ativamente durante as aulas para ter mais facilidade de se lembrar do conteúdo explicado ou praticado quando for fazer as tarefas de casa e estudar;Pergunte sempre que tiver d

Fim

 



O Natal de cada umO Natal de cada um (1)

Tem gente que espera por ele o ano inteiro. Quer ganhar presentes, reencontrar parentes, brincar com os primos, comer a sobremesa preferida ou quer marcar a data com boas ações, ajudando quem precisa. Entrevistamos quatro famílias de alunos da escola para saber como comemoram o Natal. Cada uma tem um jeito de festejar o nascimento de Jesus, mas todas querem passar esse dia alegres e reunidos com as pessoas que amam.

De malas prontas

De malas prontas (7)

De malas prontas (4)

De malas prontas (5)

Feliz Natal!

 



O melhor presente de Dia das Crianças

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Muitas crianças esperam pelo dia 12 de outubro para ganhar presente. Algumas ganham, outras, não. Mas nem sempre é porque os pais não podem dar. Pode ser porque eles querem ensinar algo aos filhos. Afinal, ninguém é obrigado a presentear em das datas comemorativas. Mas será que tem coisa mais importante do que ganhar presente nesse dia? Conheça as opiniões de uma aluna e um aluno da Escola Casa das Letras:

 

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Livro também é um presente legal!

“Fico esperando pelo Dia das Crianças, quando vai chegando perto. Geralmente ganho brinquedos dos meus pais e roupa da minha avó. Gosto muito de jogos de tabuleiro e meu pai sabe disso. Queria ganhar um helicóptero com controle remoto, mas quem decide é ele. Tenho muitos brinquedos e, este ano, minha avó juntou vários que não uso para doar. Para mim, o mais importante é passar esse dia junto com a minha família, tranquilos e brincando, mas com presente é melhor!”

Leandro, 10 anos

 

dia2“Gosto do Dia das Crianças, mas não costumo ganhar presente em datas comemorativas. Meus pais me dão quando preciso, sem esse compromisso com data. Isso faz parte da educação que recebo deles. Lá em casa, doamos roupas e brinquedos todo ano. Penso nas crianças que não têm. Também gosto de participar de campanhas de doação para ajudar. No Dia das Crianças, o melhor presente é ter família e escola e o mais importante é estar feliz e fazer o bem!”

Beatriz, 11 anos

O brinquedo tá na história

‘Querer presente é normal_

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(Especial de Dia dos Pais)

Pai pra toda hora

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Trabalhar muito não é desculpa para quem valoriza o convívio com os filhos. Conheça as histórias de três papais que não perdem tempo: cuidam e brincam com os pequenos para ajudar a fazer deles grandes pessoas

Texto e fotos: Nara De los Angeles

Uma casa fora da cidade, sem sinal de internet e com muito tempo sobrando, espaço ao redor, balanço na beira do lago e areia para pisar descalço. É nesse lugar que os irmãos Luiz Felipe, de 6 anos, e Murilo, de 10, aproveitam os fins de semana. E é também lá que curtem de montão brincar com o pai, o turismólogo Marco Antônio Martins.

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Marco Antônio com os filhos Luiz Felipe e Murilo: pescaria e brincadeiras como o slackline  preenchem o fim de semana em família

Juntos, pai e filhos pescam no lago e os meninos esquecem até que existe videogame. Assim, Marco Antônio diz que realiza o desejo de proporcionar às crianças uma infância parecida com a que teve, longe do sofá e mais perto da natureza. Mas esse papai trabalhador conta que, durante a semana, os meninos também são prioridade. “Minha mulher leciona à noite e sou eu quem fica com eles”, revela, emocionado.

Marco Antônio acredita que existem algumas lições na vida que só a paternidade traz. “A gente amadurece como ser humano”, explica. Ele observa, porém, a importância de ensinar sobre ter respeito e regras – como restringir o acesso a computador e celular –, e não entregar à babá, empregada doméstica, professora ou à escola o que é responsabilidade dos pais.

O médico Caio Teixeira de Paiva é pai da Marina, de 6 anos. Ele participou com a filha de uma manhã de atividades recreativas com piquenique ao final, realizada pela Escola Casa das Letras, e gostou muito. Caio explica que essa experiência se parece bastante com o hábito que já cultiva: o de brincar com Marina.

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Caio e a filha Marina: “Brincar com as crianças é muito importante”, ele diz

Por causa da profissão, Caio tem boa parte do dia ocupada com trabalho, mas isso não o impede de dedicar tempo à família. E se, por acaso, algum pai tiver de enfrentar o apelo do mundo digital para estar com o filho, o médico dá a receita:  preencher o tempo da criança com atividades como brincar com ela no quintal de casa, no parquinho ou andar de bicicleta, por exemplo.

O comerciante Magnones Alves da Silva também é da turma de pais que sempre reservam tempo para brincar com os filhos. Quando estão juntos, ele e Ana Clara, de 5 anos, brincam e se divertem para valer, mas também passeiam e viajam porque são momentos dos quais nem filhos nem pais se esquecem jamais!

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Magnones e a filha Ana Clara aproveitam cada momento livre para brincar

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(Especial de férias)

Julho divertido

Férias combinam com alegria e dias animados. Quem não vai viajar em julho pode aproveitar o tempo disponível para programar atividades interessantes e divertidas ao lado das crianças. Mas, mesmo em viagem com a família, dá para fazer isso também.

Para ajudar a colocar essa ideia em prática, a Escola Casa das Letras selecionou uma série de sugestões de jogos e brincadeiras realizados no primeiro semestre com os alunos e algumas dicas de como aproveitar o mês de férias na companhia dos filhos.

Tome nota, oriente as crianças para que façam as atividades e curtam, juntos, cada momento!

 

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Jogo do picolé

Você vai precisar de: E.V.A ou papel de cores variadas para fazer picolés de vários “sabores”; figuras diferentes e o alfabeto impressos e recortados como mostra a foto; fita velcro; palito de picolé

Como fazer: recorte duas partes iguais da folha de E.V.A. ou do papel colorido no formato de um picolé e cole as extremidades, posicionando o palito no centro da base. Corte dois pedaços de velcro. Cole um lado no picolé e o outro na figurinha impressa. Faça o mesmo com as letras

Hora de brincar: Coloque todos os picolés em uma caixa. Peça para a criança escolher um “sabor”. Faça uma rodada com picolés contendo letras presas no velcro. O jogador deve procurar, entre as figurinhas, aquela cujo nome começa com a letra que está em cada picolé. Depois, inverta: brinque com as figuras presas aos picolés para que a criança encontre a letra inicial do nome de cada uma. Você pode criar níveis de dificuldade. Por exemplo: se der dois picolés para outra criança, quantos sobram? E assim por diante


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Jogo do dado

Você vai precisar de: caixa vazia de leite ou suco longa vida; E.V.A. ou papel de várias cores; palito de picolé

Como fazer: corte a caixa no formato quadrado e encape com E.V.A. ou papel colorido. Pinte os palitos

Hora de brincar: jogue os dados e peça para a criança indicar o número de bolinhas do lado que cair para cima com a quantidade correspondente de palitos


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Pique-bandeira ou bandeirinha

Você vai precisar de: um grupo de jogadores; espaço para realizar a brincadeira (quintal ou quadra de praça, prédio ou condomínio, por exemplo); bandeirinha

Hora de brincar: divida a turma em duas equipes e posicione uma de cada lado da quadra ou quintal. Desenhe uma linha, dividindo o espaço em duas partes. O objetivo do jogo é ultrapassar essa linha, invadir a área adversária, pegar a bandeirinha e trazer para o lado da equipe à qual pertence, sem ser pego. Se for pego (tocado pelo adversário), o jogador tem de ficar parado, esperando que um companheiro venha salvá-lo, tocando nele. Só assim poderá prosseguir, até chegar à área de origem.


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Acerte o alvo

Você vai precisar de: uma caixinha vazia de suco, de sabonete ou garrafinha pet; um pedaço de elástico

Hora de brincar: amarre o elástico, de maneira que forme uma alça em uma das pontas. Firme uma das extremidades no dedo indicador de uma das mãos e puxe o elástico com a outra. Mire o alvo e solte. Para definir a distância entre o alvo e o jogador, risque o chão com giz ou use um bambolê, por exemplo. Só não vale atirar o elástico em quem estiver brincando também, tá?


Tartaruga de caixa de ovo

Você vai precisar de: E.V.A. para o corpinho da tartaruga, como mostra a foto. Se preferir, use outro material, como papelão, e pinte; caixa vazia de ovos; canetinha

Como fazer: da caixa de ovos, recorte um recipiente e pinte. Cole sobre a base de E.V.A. ou papelão pintado e, com canetinha, desenhe olhos e boquinha.

Hora de brincar: dá para inventar uma cidade de pequenos quelônios com diferentes histórias. Basta usar a criatividade!


Tangram

O que é: quebra-cabeça chinês, formado por cinco triângulos, um quadrado e um paralelogramo

Você vai precisar de: papel colorido; papel branco e cola

Como fazer: recorte as formas geométricas descritas e distribua. O desafio é formar imagens usando as sete peças


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Jogo das sílabas

Você vai precisar de: letras impressas em papel; palito de picolé

Como fazer: Corte o papel em quadrados, contendo uma letra cada, e cole o palito de picolé, formando uma plaquinha

Hora de brincar: peça à criança que reconheça as vogais e as consoantes e lance desafios, como o de formar sílabas e palavras inteiras sobre temas ligados às férias (por exemplo: mar, fazenda, rio, sol, viagem)


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Jogo dos vizinhos

Você vai precisar de: E.V.A. ou papel colorido; números impressos

Como fazer: Corte um quadrado e um triângulo para formar a casa e cole um número em cada

Hora de brincar: o jogador deve reconhecer os numerais e sua sequência


 

 

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Brincadeira do reloginho

Você vai precisar de: uma corda; vários participantes

Hora de brincar: uma pessoa se senta no chão e gira a corda, passando de uma mão para a outra, enquanto os participantes, em círculo, têm de pular. Quando a corda passar, pule. Quem não conseguir pular e for atingido pela ponta da corta sai da brincadeira. O último a sair é o vencedor

Aproveite as férias de julho também para:

Fazer uma receita com as crianças

Brincar de teatro de fantoches

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Encenar a história de um livro

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Organizar uma feirinha de troca de livros e gibis no condomínio ou entre vizinhos, amigos e primos

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Fazer uma sessão de histórias contadas

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Ler uma história e depois brincar de desenhar o que ouviu

Imprimir uma poesia ou parlenda, colar em uma folha grande de papel, ler para as crianças e pedir que ilustrem o texto, como passatempo

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Programar um piquenique com vizinhos, amigos ou com a família

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Ensinar as crianças a plantar e a cuidar do que plantou

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Propor uma sessão divertida de modelagem com argila ou massinha

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Assistir a apresentações musicais

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Inventar brincadeiras

Fazer uma sessão de pintura em tela ou outra superfície com diferentes tipos de material

Criar jogos e brincadeiras com cores, texturas e níveis de dificuldade, de forma divertida

Curtir a companhia das crianças ao ar livre

Sugestão: guarde todo o material produzido para brincar outras vezes ou decore a casa com os desenhos das crianças!

Boas férias!



(Especial Festa Junina)

Uma festa que é pura tradição

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8 de junho de 2017

A festa junina da Casa das Letras valoriza a cultura popular. Este ano tem até encenação da caminhada da procissão do fogaréu, tradição na cidade de Goiás! Mesmo quem já saiu da escola não perde a chance de ir para se divertir e rever a galera. Só não gosta quem nunca foi

Quando anunciam que a quadrilha vai começar, o coração dispara. É hora de ver os filhos dançando, felizes! É desse momento que Viviane e o marido, Paulo Henrique, mais gostam na festa junina da Escola Casa das Letras. São pais de Ana Luiza, de 9 anos, e Luiz Fernando, de 5. “Eles sempre demonstram muita empolgação ao participar. Nossa filha gosta tanto de dançar quadrilha, que, uma vez, chegou a dançar em duas turmas”, contam.

Mas os irmãos Luiz Fernando e Ana Luiza também curtem os outros atrativos da festa junina, como brincadeiras e comidas típicas. “Ele adora a pescaria porque sempre ganha brindes e se diverte muito. Ela não deixa de degustar milho cozido porque adora!”, diz Viviane. A mãe das crianças cita um fato que ficou marcado, ocorrido na festa de 2014. “Quando a Ana Luiza comeu o tradicional milho cozido, perdeu o primeiro dente”, lembra. Ai, ai!

A primeira festa junina da escola na história da família foi a de 2011. Viviane diz que Ana Luiza era muito tímida, mas que dançar quadrilha ajudou a menina a superar a timidez. A quadrilha da festa de 2013 foi a primeira de que Luiz Fernando participou e, é claro: “Ele gostou muito”, garante a mãe. A família, que não perde uma edição da festança, vai prestigiar a deste ano.

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Viviane e Paulo Henrique não perdem uma festa junina da escola. Eles curtem tudo, mas gostam principalmente de ver os filhos Ana Luiza e Luiz Fernando dançarem quadrilha

Para matar saudade

Andréia também vai à festa junina da escola com a família este ano. Só que as filhas Isabela, de 17 anos, e Carolina, de 11, não estudam mais lá. Ué! Então por que ir? “É uma festa muito linda e animada, com pessoas que marcaram as nossas vidas, uma oportunidade de matar a saudade do nosso tempo de Casa das Letras”, explica. Elas não estão sozinhas nessa história. A presença de ex-alunos e dos pais é certa. Segundo Andréia, as filhas gostam muito de rever os ex-colegas, professores, diretores. “Toda a equipe que cuidou tão bem delas”, completa.

Então, tá! A gente se vê por lá. Quem vai vestido a caráter levanta a mão!

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Andréia tem um carinho especial pelas festas juninas de 2006 e 2016 da escola, quando as filhas se vestiram de noivinhas para a quadrilha

Nosso arraiá cresceu!

A festa junina da Escola Casa das Letras é pura tradição! Música country e ritmos como axé não se ouve por lá. Forró, música de quadrilha, que fala da nossa cultura e sertaneja das antigas, sim. Pratos típicos também não faltam. Tem milho cozido, curau, pamonha, mané-pelado, pé-de-moleque. Do jeitinho que a gente vê no interior de Goiás.Festa Junina3

Nossa festa junina é assim porque faz parte da proposta pedagógica da escola valorizar a cultura popular brasileira. Quando junho se aproxima, pipocam ideias de um “arraiá” melhor e mais bonito que o do ano anterior. É quando as crianças aprendem um bocado sobre folclore, trabalham em grupo, praticam a disciplina e desenvolvem ainda mais a coordenação motora. Um conjunto de habilidades importante para fazer bonito no dia de dançar quadrilha!39

Quando a festa junina começou, aqui, há 25 anos, era pequena porque a escola era menor e havia menos alunos também. Com o passar dos anos e a turma todinha querendo participar, o pátio foi ficando apertado para tanta animação. Daí, durante três anos, foram dois dias de festança em vez de um: o primeiro para os alunos do turno matutino e o segundo dia para o pessoal do vespertino.

Deu certo, até que, em 2016, a festa junina saiu dos limites da escola e foi realizada em um espaço para eventos. Este ano vai ser a mesma coisa, só que em outro endereço e em data única: dia 10 de junho, das 14 às 22 horas, no Atlanta Music Hall. O objetivo é que os pais e familiares dos alunos, além dos convidados, vejam as crianças dançando quadrilha e se divirtam com bastante conforto durante a comemoração.

Fique por dentro dos horários do Arraiá 2017:

Top 10 Rules for

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(Especial de Dia das Mães)

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Presente ou presença?

13 de maio de 2017

O que realmente importa no Dia das Mães? Ganhar presente ou curtir o domingo na companhia dos filhos e da própria mãe ou avó? Veja o que contam algumas mamães sobre essa data, marcada pela celebração em família e que reúne gerações

NARA DE LOS ANGELES

Quem tem mãe e mora debaixo das asas dela sabe o quanto é isso é bom! Mãe ensina e dá bronca, mas põe no colo e dá carinho também porque para tudo tem hora. Mas é no segundo domingo de maio que os filhos parecem ficar ainda mais próximos de suas mães e avós.lorena4

Todo Dia das Mães, a empresária Lorena Marques já sabe. Não pode sair do quarto, enquanto o marido e os filhos, Filipe, de 8 anos, e Helena, de 12, não chamam para o café da manhã. A avó das crianças também participa.

Lorena diz que Filipe e Helena ficam eufóricos nessa data. Eles e o pai planejam e organizam tudo para o café da manhã com a mamãe e a vovó, com direito a arranjo de flores para decorar a mesa. Para ela, o que vale é isso, celebrar a importância de ter mãe e avó por perto.

No dia a dia, Lorena programa momentos para estar com os dois filhos, no parque ou assistindo a um filme em casa, por exemplo. Ela faz questão de sempre reservar tempo para que possam fazer alguma coisa juntos.

Na casa da vovó

A coordenadora pedagógica do Ensino Fundamental da Escola Casa das Letras, Karla Adriana Tavares Rios, também acha importante ajustar a agenda de mãe moderna e que trabalha fora para estar com os filhos Maria Luiza, de 8 anos, e Pedro Henrique, de 15.karla 2

Karla diz que, apesar do apelo comercial do Dia das Mães, “é um dia para ficar mais sentimental”. Ela costuma passar a data com os filhos e a mãe, na casa da avó, em uma chácara, enquanto o marido almoça com a mãe dele. A avó cozinha e todos ajudam. “Reunimos cerca de 50 pessoas, entre filhos, netos e bisnetos”, conta.

Ao manter essa tradição em família, Karla observa que as crianças aprendem sobre a importância de usar o tempo para estar com a mãe, avó ou bisavó e que, independentemente de quantidade, a qualidade desses momentos em união é o que vale.

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A pediatra Ane Fragoso é mãe de Julia, de 8 anos, e Isabella, de 5. Ela também defende que, mesmo com uma rotina diária de trabalho, é essencial que o tempo reservado para os filhos tenha qualidade. “Quando estou em casa, sou delas. Brinco, acompanho a lição de casa. Gosto de ser mãe todos os dias. As meninas são um presente de Deus, o melhor que poderia ganhar!”

Julia gosta do Dia das Mães porque sabe que vai passar a data com a mamãe Ane e brincar muito com ela. O domingo geralmente começa com um café da manhã, preparado com muito carinho pelas filhas e o marido, flores e um presente que as meninas escolhem. Depois, almoçam fora e, à tarde, caminham no parque. “É mais um dia para ficar os quatro juntos. Vivo intensamente as horas em que estou com as minhas filhas”, conta.

Ser mãe é…

Ouvir “manhêêê!” e saber identificar todas as formas e tons ditos. É amor que não se explica, é amor para toda a vida (Graciella Cordeiro)

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A psicóloga Graciella Cordeiro e a filha, Amanda

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(Especial sobre comportamento)

Já arrumou a cama hoje?4

Não é legal que os pais façam tudo no lugar dos filhos. Chega uma hora em que eles, ainda crianças, precisam aprender a realizar algumas atividades em casa. Ser uma pessoa organizada é saudável e até o mundo melhora!

28 de abril de 2017

TEXTO E FOTOS: NARA DE LOS ANGELES

Conforme o tempo passa, Nicoly Duarte, de 10 anos, acha que está se tornando uma pessoa mais organizada. “Até os 6 ou 7 anos eu não era tanto”, lembra. A menina conta que começou a observar a mãe colocando a casa em ordem e que aprendeu com ela.

No quarto de Nicoly, cada coisa está no lugar. Faz questão de, ela mesma, guardar calçados e peças de vestir e de manter as gavetas e o guarda-roupa arrumados. Acha que, assim, economiza tempo porque sabe onde cada item está quando precisa dele.

Sempre que pode, Nicoly lava o prato em que come, limpa o próprio quarto, varre a casa, ajuda na faxina e lava a garagem. Aluna do 5º ano, também cuida do material escolar e organiza os objetos depois de fazer a tarefa.

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Nicoly mantém organizado o material escolar

“Quando os filhos aprendem a cooperar, automaticamente aprendem a respeitar”, afirma a psicóloga sistêmica familiar e neuropsicóloga, Fabíola Menezes Macedo. De acordo com a especialista, crianças que ajudam em casa têm mais autonomia e melhor desempenho na escola porque são mais disciplinadas, responsáveis e independentes.

Entretanto, no exercício da profissão, Fabíola percebe que há muito pai e mãe com dificuldade de educar. Ela esclarece que, desde bem pequenas, as crianças internalizam que os pais e, mais tarde, a sociedade, incluindo os sistemas sociais nos quais se inserem, como escola, igreja e amigos, estão à disposição delas. “É um comportamento perigoso porque não aprendem a assumir responsabilidades básicas que farão delas cidadãs de bem”, avalia.

Fabíola observa que o que se vê, hoje, são muitas crianças e pais perdidos nessa história. “Pais servos dos filhos, com dificuldade de colocar limites”, pontua. Segundo a psicóloga, limites não são sinônimo de punição. “Coloca-se limite ao ensinar a criança a não jogar lixo na rua, a arrumar a cama, a lavar louça, a respeitar o próximo. Devemos formar pessoas para tornar nosso mundo melhor. Quem ama, ensina!”, define.

(CLIQUE NA FOTO PARA AMPLIAR)

Guarde os brinquedos!

Na Escola Casa das Letras, as crianças aprendem a guardar os brinquedos aos 2 anos. Na hora de fazer alguma atividade em sala, aprendem também a deixar apenas o material que vão usar em cima da mesinha. Se, ao fazerem um desenho, sujarem a superfície, não custa nada limpar, né? Os alunos ainda contribuem com a limpeza do ambiente, catando o lixo que possa restar do lanche.

A coordenadora da Educação Infantil, Viviane Pimenta, diz que é importante desenvolver o senso de organização desde cedo porque isso ajuda o ser humano a progredir. “A pessoa consegue ter mais disciplina e melhora a concentração nos estudos”, afirma.

Em casa, Viviane acredita que, quando a criança realiza tarefas adequadas à idade que tem, desenvolve a autonomia e o sentido de responsabilidade. Ela defende que cada um, desde pequeno, aprenda a cuidar dos próprios objetos.

Viviane destaca que, quando somos organizados e cuidamos do que é nosso, contribuimos para uma sociedade melhor e colaboramos para a conservação do planeta. Ela explica que isso evita o desperdício de recursos naturais que seriam usados para produzir os mesmos objetos que um dia tivemos e de que não zelamos.

Proteção tem limite

A psicóloga sistêmica familiar e neuropsicóloga, Fabíola Menezes Macedo, dá mais algumas dicas para estimular a independência infantil com responsabilidade

  • No processo de ensino está faltando autonomia nas crianças. A dependência gera acomodação que pode ser confundida com transtornos de aprendizagem.
  • A falta de autonomia na infância gera um adulto inseguro e dependente.
  • Essa autonomia pode ser aprendida com pequenas ações de cooperação no dia a dia. Ajudar em algumas tarefas auxilia o desenvolvimento de habilidades importantes na vida adulta.
  • Segundo algumas pesquisas, a tendência de não dar tarefas aos filhos é mais comum no mundo ocidental, onde crianças estão acostumadas a receber muito dos pais e a dar pouco de si.
  • Ao determinar tarefas domésticas para uma criança, observe o potencial dela e o que consegue fazer, além da segurança.
  • Deixemos a superproteção de lado e apostemos nos nossos filhos! As crianças estão cada vez mais inteligentes e precisam de espaço para desenvolver suas habilidades e crescer.
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Fim



(Especial sobre jogos e brincadeiras tradicionais)
5 de abril de 2017

Guarde o Celular e vamos brincar

Desafie o apelo dos aparelhos eletrônicos e ensine às crianças brincadeiras tradicionais, que movimentam o corpo e desenvolvem a coordenação motora

TEXTO E FOTOS: NARA DE LOS ANGELES

O sino bate na Escola Casa das Letras. É hora do recreio! No pátio, a garotada se espalha. Lancha, bate papo, corre, balança, escorrega, brinca de pique-pega, pula corda, pula elástico. Os minutos de intervalo passam e ninguém se lembra de jogos no tablet ou no celular. Assim como era antigamente. Que legal!

Mas, fora do ambiente escolar, como a criança brasileira se diverte? “Já não brinca, canta nem constrói brinquedos como outrora”, observa o professor de Educação Física, Alexandre Rocha Sales, de 49 anos. Ele trabalha na Secretaria de Educação e Esportes de Goiânia. Lá, desenvolve projetos que resgatam o jeito de brincar do tempo de vovôs e vovós. Também é professor em uma escola particular da cidade e usa, nas aulas, um repertório de brincadeiras cantadas e jogos tradicionais.24

Alexandre acredita que séries, desenhos e jogos eletrônicos colaboram para afastar as crianças do rico acervo de brinquedos e brincadeiras que a cultura popular oferece. Para saber como trazer de volta esse costume, com prática em instituições de ensino e segundo as possibilidades do dia a dia das famílias, a Escola Casa das Letras entrevistou o professor e foi assistir a uma das apresentações que ele faz em escolas públicas da prefeitura da capital. Leia e divirta-se também!

Escola Casa das Letras – Aqui, na escola, o professor de Educação Física, Marcos Augusto Franco de Almeida, o tio Guto, inclui brincadeiras e jogos tradicionais no planejamento das aulas. Qual é a importância de promover esse resgate cultural, em meio ao fácil acesso a games para celular, tablet e computador?  O que as crianças ganham com essa descoberta?

Alexandre Rocha Sales – O contato, desde cedo, com jogos e brincadeiras tradicionais é, seguramente, umas das alternativas mais eficazes no combate à massificação e colonização cultural. É fundamental que as crianças experimentem esse rico acervo, que percebam que esse brincar remete à história de vida dos pais e avós. Outro aspecto importante é que, dessa forma, elas movimentem o corpo de maneira lúdica e saudável, livrando-se do sedentarismo.

Casa das Letras – Que brincadeiras e jogos as crianças preferem, quando apresentadas às possibilidades, e quais ainda são praticadas?

Alexandre – Elas adoram brincadeiras que as desafiem e que, ao final, apresentem um vencedor – embora vencedor, para mim, é quem brinca e se movimenta. Cada faixa etária tem preferências, mas existem unanimidades, como burro-preto ou gorila, as diversas variedades de pique, bandeirinha individual e coletiva e brincadeiras cantadas. Pular corda e pular elástico ainda são atividades bastante praticadas e permitem muitas variações. Há uma infinidade de brincadeiras que resistem ao tempo, como barra-manteiga, mamãe-da-rua, chicotinho-queimado, bete e os piques.

Casa das Letras – Qual é a reação das crianças e adolescentes, quando entram em contato com uma aula ou evento que apresenta sobre o assunto: surpresa, interesse ou desânimo?

Alexandre – A reação, geralmente, é de encanto. Adolescentes podem se opor, muitas vezes, por uma série de questões. Alguns estão acomodados e reconhecem como atividade física somente os esportes, principalmente o futebol. Daí a necessidade de incluir, no planejamento das aulas, brincadeiras desafiadoras e de ação para que se envolvam, além de pesquisas sobre o tema e atividades que os façam se sentir sujeitos do processo. Por mais que haja resistência, não podemos deixar de oferecer aos alunos essas vivências. Seria como se, na aula de matemática, o aluno dissesse para o professor que só quer somar, pois é do que gosta. As brincadeiras, tradicionais ou não, fazem parte do conteúdo da Educação Física e são um tema interdisciplinar, que pode ser abordado por diversas áreas do conhecimento. O maior obstáculo, na minha opinião, é a “esportivização” da Educação Física, principalmente por parte de adolescentes que se opõem a tudo que não seja futebol, por exemplo.

Casa das Letras – Como as escolas podem adotar métodos de ensino multidisciplinares que levem jogos e brincadeiras tradicionais para a sala de aula, enriquecendo conteúdos?

Alexandre – Por meio de projetos, pesquisas e ações. Tenho experiências de sucesso, em trabalhos de assessoria, nos quais as escolas fecharam as vias circunvizinhas para resgatar brincadeiras tradicionais que eram realizadas na rua. As possibilidades são muitas. O que é trabalhado e exposto em sala, vivencia-se nas aulas de Educação Física. Nada impede um professor de outra área levar os alunos para o pátio e brincar também. Isso seria fantástico!

Casa das Letras – Deixe um recado para os pais, professores e alunos.

Alexandre – Existe um documentário de que gosto muito e indico. Chama-se Tarja Branca – A Revolução que Faltava, do diretor Cacau Rhoden. Ele apresenta depoimentos de pedagogos, músicos, atores e pesquisadores em brincadeiras. O filme é uma consagração do ato de brincar como parte fundamental do desenvolvimento humano. Há uma fala marcante de uma das pesquisadoras entrevistadas. Ela diz que brincar é urgente. Isso resume minha angústia. É preciso, cada vez mais, levar a discussão sobre a importância do brincar para o meio acadêmico e para as escolas. Segundo o folclorista Bariani Ortêncio, o saber sem o fazer torna a sabedoria efêmera, como fogo de palha. Então, mãos na massa! Que cada um faça a sua parte para que tenhamos um mundo mais alegre, lúdico e muito melhor!

Entre na brincadeira

Como criar uma rotina de brincadeiras ao lado dos filhos

  • Evite presenteá-los com brinquedos eletrônicos e estipule dias e horários para essa prática
  • Leve-os para o playground, parques e clubes
  • Ofereça brinquedos que os façam gastar energia e brinque junto

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Alexandre e Omelete na Escola Municipal Paulo Teixeira de Mendonça, em 31 de março de 2017

Alegria em dose dupla

Ao lado da atriz, professora e contadora de histórias, Ivone Cruz, Alexandre Rocha Sales realiza o trabalho Contação de Histórias e Brinquedos Cantados com Alexandre e Omelete. O violão Ariovaldo dá o tom. De repente, crianças começam a acompanhar letras de cantigas populares, como Sambalelê, Terezinha de Jesus, O Cravo Brigou com a Rosa e da música inicial, que manda a timidez embora e traz alegria. Confira a letra e os gestos que a acompanham e, no vídeo, o ritmo (o vídeo foi gravado no dia 31 de março, na festa de aniversário da Escola Municipal Paulo Teixeira de Mendonça, em Goiânia). Depois é só brincar no recreio, em casa, no parque! O desafio é cantar cada vez mais rápido, enquanto alterna os movimentos com as mãos.

A letra

Uá, tá, tá

Uá, tá, tá

Guli, guli, guli, guli

Uá, tá, tá (cante duas ou três vezes)

Auê, auê

Guli, guli, guli, guli

Uá, tá, tá (cante duas vezes e volte ao início)

Os gestos

Uá (bata palmas)

Tá, tá (bata nas pernas)

Guli, guli, guli, guli (posicione uma mão acima da cabeça, a outra abaixo do queixo e estale os dedos)

Auê, auê (levante os braços e balance-os de um lado para o outro)


Cursos revelam “brincantes em potencial”

Alexandre Rocha Sales gosta de compartilhar o que sabe. Desde a década de 1990, quando ingressou na Secretaria Municipal de Educação de Goiânia, ministra cursos para educadores. “Trabalhava em um departamento que coordenava a Educação Física na rede Municipal de Educação. A demanda era grande, por parte dos professores. Buscavam novas formas de brincar. Posteriormente, a equipe propôs um evento chamado Festival de Brinquedos e Brincadeiras Tradicionais. As escolas levavam os alunos para um determinado local e eles participavam de diversas vivências sobre o tema”, conta.

Alexandre lembra que, nessa época, acadêmicos de Educação Física assumiram os postos de brincadeiras. “Grande foi a surpresa, ao perceber que vários deles não conheciam muitas das brincadeiras. A partir do ano seguinte, passamos a desenvolver a formação desses acadêmicos para atuar em nossos eventos e isso foi muito positivo.” O professor diz que, hoje, propõe os cursos para educadores da rede municipal de Educação e universidades. “Fico surpreso com a receptividade dos participantes e percebo, neles, brincantes em potencial, que vão dar continuidade ao trabalho.”

AINDA DÁ TEMPO!

O próximo curso, Brinquedos Cantados, será realizado no dia 8 de abril, das 7h30 às 12 horas, na Vila Ambiental, no Parque Areião, em Goiânia. Inscrições até sexta-feira, pelo telefone: (62) 3524-4606.



Entre nessa!

Aprenda as regras de duas brincadeiras tradicionais para se divertir com a família e os amigos

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Alunas da Escola Casa das Letras brincando de pular elástico no recreio

PULAR ELÁSTICO

Faça assim

  • Forme grupos de cinco a dez crianças. Duas delas seguram o elástico com as pernas, na altura do tornozelo, do joelho ou da coxa
  • Dá para pular com os dois pés ou com apenas um
  • A sequência: pule, com os dois pés, dentro do espaço formado pelo elástico. Pule para fora. Em seguida, pule para dentro e pule denovo, agora pisando no elástico. Pule para dentro outra vez e, depois, para fora. Pule para dentro e pule novamente, deixando uma perna dentro e outra fora do elástico. Pule para dentro com os dois pés. RepIta do outro lado. Volte para dentro e pule para fora. Do lado de fora, pegue o elástico e pule para o outro lado com os dois pés, sem pisar no elástico. Pule novamente, saindo pelo mesmo lado e solte o elástico. Volte para o lado que começou, repetindo os mesmos movimentos
  • Se errar, passe a vez. Quando retornar, continue de onde parou
  • Quem erra troca de lugar com quem está firmando o elástico para dar a oportunidade do colega brincar
  • Vence quem concluir primeiro todos os níveis com os dois pés ou fizer também, com um pé, a mesma sequência
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A brincadeira reloginho, na aula de Educação Física com o tio Guto

RELOGINHO

Faça assim

  • Uma pessoa se senta no chão e gira a corda, passando de uma mão para a outra, enquanto os participantes, em círculo, têm de pular, como mostra a foto. Quando a corda passar, pule. Quem não conseguir pular e for atingido pela ponta da corta sai da brincadeira. O último a sair é o vencedor.

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A atriz Ivone Cruz, a Omelete, no aniversário da Escola Municipal Paulo Teixeira de Mendonça

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Omelete mantém a garotada atenta durante a apresentação

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Encenação de cantiga popular

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A dupla: Contação de Histórias e Brinquedos Cantados com Alexandre e Omelete

Mamãe sabe brincar

Nem no Dia das Mães elas abandonam esse hábito: brincar com os filhos. Conheça duas mamães que adoram fazer isso e que também amam inventar brinquedos e brincadeiras para eles

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No filme Toy Story, todos os brinquedos são amigos e se divertem juntos. Na casa da Mônica Bevenuto, mãe da Carolina, de 5 anos, do Miguel, de 2, e da Luísa, de 10 meses, todos brincam unidos também.

Mônica brinca com os filhos todos os dias. “A diferença é que em alguns dias brincamos muito”, ressalta. Nessa hora, ela nivela as brincadeiras pela segurança da Luísa, que ainda é bebê.

É assim: todos escolhem brinquedos ou brincadeiras seguras para o menor da casa. Quando a Luísa está na roda, ninguém brinca de Polly, por exemplo. “Por causa das peças muito pequenas’, explica Mônica.
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Se a brincadeira for com quebra-cabeça, a turma toda entra nessa porque o legal é encaixar as peças, mesmo que não sejam as certa!

À noite, rola jogar dominó só com a Carolina,  que fica acordada até um pouco mais tarde e já entende sobre regras de vários jogos.

Para Mônica, brincar, além de divertir, ajuda a criança a se desenvolver. Ela gosta de estimular a integração dos filhos nessa hora.
Quando está brincando com eles, observa principalmente a cooperação e a capacidade de compartilhar.
Mônica acredita que brincar é um efetivo meio de comunicação entre pais e filhos, mas está limitando a compra de novos brinquedos porque às vezes falta criatividade para se divertir com os que já existem em casa. Então, ela gosta de inventar.32260617_1605146239583268_4351513963540774912_n
Nos aniversários, curte criar itens de festinha. “São semanas ou meses de preparação e a galerinha toda envolvida”, conta. No dia a dia também é assim: “Quando faço as obrigações de casa, deixo cada um perto de mim com alguma atividade.
Ao preparar o almoço, por exemplo, Monica entrega alguns mantimentos pra os filhos brincarem de supermercado. “Eu simplesmente absorvo a situação pra qualquer brincadeira com eles!”

Carrinho de vestir

Mãe de Tácio Henrique, de 5 anos, e de Tomaz Augusto, de 2, Maria Cândida Sampaio separa um tempo todos os dias para brincar com eles. Geralmente brinca com os dois ao mesmo tempo, mas separa um tempinho para se dedicar individualmente a cada um para dar um carinho, conversar sobre o dia e os sentimentos deles.
Apesar da diferença de idade entre os meninos, Maria Cândida diz que eles gostam de se divertir  com as mesmas coisas. Mas se começam a discordar, ela entra em ação, alternando entre as brincadeiras preferidas de um e outro.
Nem sempre Maria Cândida brinca, pensando se a atividade vai trazer desenvolvimento para as crianças, mas ela acredita que as brincadeiras sempre ensinam algo, fortalecem vínculos, criam memórias afetivas e as deixam mais criativas e felizes.
Em casa, Maria Cândida incentiva os filhos a usar tudo o que possa virar brincadeira: debaixo da mesa vira casa, fazenda, caverna; cadeiras enfileiradas viram trem, caminhão, tudo o que a imaginação permitir.
A mamãe de Tácio e Tomaz também gosta de criar com eles brinquedos de papelão e material descartável, como armadura, escudo, carro, casa. Nos aniversários também é ela quem faz a decoração. “Tento me atualizar a cada dia acerca das tendências de festas e aliar ao gosto dos meus filhos.”

Duas semanas de muitas histórias

11 de setembro de 2017

Uma apresentação teatral encenada pelas professoras da Educação Infantil deu início, hoje, à segunda parte do projeto No Balanço da Leitura a Gente Aprende e se Encanta.

Durante esta semana e a próxima, as crianças vão ouvir histórias e realizar atividades a partir de diversos estilos de texto literário.

O teatrinho de abertura dos trabalhos interpretou o conteúdo do livro Uma Joaninha Diferente, de Regina Célia Melo.45

Em sala de aula, o tema continuou em pauta. A turma do Infantil 3, por exemplo, fez joaninhas com papel dobrado.

Para abrigar o projeto, a escola ganhou enfeites especialmente criados para destacar a importância de ler.

Na porta de cada sala, uma caixa enfeitada acomoda livros. As crianças vão poder levar um livro por dia para ler em casa com o pais.

(clique nas fotos para aumentá-las de tamanho)

No clima do feriado

Feriado prolongado combina com brincadeiras, cinema, parque, viagem, diversão, descanso e também leitura. Quem gosta de desenhar pode treinar o traço, mas os dias de folga também ajudam a colocar em dia alguma matéria da escola. Até a próxima semana, pessoal!

Um fim de semana com o Senhor Alfabeto

As crianças do Infantil 3 estão aprendendo a reconhecer a grafia e o som das letras de um jeito divertido, com o projeto Senhor Alfabeto. Bonecos de tecido representando o personagem foram confeccionados para que cada aluno tenha a oportunidade de participar, levando-o para casa durante um fim de semana.

19Ao lado dos pais, a tarefa das crianças é selecionar objetos cujos nomes comecem com diferentes letras e levar para a escola. Devem levar também um caderno de anotações sobre a visita do Senhor Alfabeto e contar como foi o fim de semana com ele por perto, com direito a registro fotográfico para mostrar aos colegas.

Uma aula diferente

Uma aula diferente, com apresentação ao vivo de instrumentos de sopro. O conteúdo faz parte do aprendizado sobre música como profissão e foi ministrado para os alunos que estão estudando essa matéria, das turmas do 1º ano do Ensino Fundamental.

A escola recebeu o músico Edinho Oliveira, que, ao lado da professora de Informática, Aline, tocou saxofone soprano e contralto, acompanhado por Ygor Rodrigues ao teclado. Aline também tocou violão e cajón, um instrumento de percussão.2

Natural de Angical, no Estado da Bahia, Edinho contou às crianças um pouco sobre o trabalho que desenvolve em música há mais de trinta anos. Ele, que também toca vários tipos de flauta e gaita, já atuou ao lado de artistas conhecidos, como Bruno e Marrone.

Segundo Edinho, que também leva sua arte a um hospital de Goiânia, “música é remédio”. Aline completa que quem tiver a oportunidade de aprender a cantar ou tocar um instrumento deve aproveitar. “A música faz muito bem. Ela nos permite conhecer coisas novas, ajuda com a Matemática e tira a timidez”, afirma.

(clique na foto para aumentá-la de tamanho)

 

Adultos não devem ter medo de ensinar

30 de agosto de 2017

Palestra promovida ontem pela Escola Casa das Letras orientou para a difícil tarefa de educar em um mundo instantâneo, consumista e com valores invertidos

Educar é promover transformação e os pais também são agentes nesse processo. Mas educar filhos em um contexto de mundo cujo ritmo mudou para instantâneo, onde enfatiza-se o consumismo e a estética, mas abandona-se a solidariedade para dar lugar à indiferença, à competição e ao egoísmo não é tarefa fácil. O que se vê nas famílias pós-modernas, muitas vezes, são pais ocupados e filhos ansiosos e insatisfeitos.

A observação é da psicóloga e mestre em Educação, Janete Carrer, que ministrou, na noite de ontem, a palestra Competências Socioemocionais X Educação dos Filhos em Tempos de Mudança. Pais e professores prestigiaram o evento, atentos ao tema. Participativos, levantaram questões e tiraram dúvidas ao longo da abordagem do assunto, prontamente respondidas pela palestrante.

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Janete Carrer: “O mundo tem, hoje, excesso de um lado e falta de outro”, diz, referindo-se aos desafios da educação

Janete Carrer ressaltou a importância dos momentos em família por serem “extremamente significativos” para a construção de um ambiente de amor, diálogo, valores, limites, direitos e deveres, aspectos importantes para a organização emocional. Uma das orientações da profissional foi a de que pais, avós, tios ou o adulto responsável pela criança não tenha medo de ensinar. Ela explica que esse medo geralmente se deve ao fato de achar que os pequenos de hoje sabem muito. “Sabem muito de videogame, mas não da vida, das relações familiares, da estruturação da personalidade”, disse.

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A psicóloga destacou que crianças e adolescentes precisam de referência, apoio, proteção e orientação para aprender a conhecer e a respeitar os outros e a se respeitar, para cumprir leis, desenvolver o pensamento crítico, a autonomia e a criatividade, além de aceitar regras e tolerar frustrações. “Lidar com frustração é um aprendizado de que os filhos precisam. Ela nos ajuda a organizar a vida”, frisou.

Sobre as competências socioemocionais, Janete destacou que são necessárias para formar seres mais críticos e atuantes, que tomem decisões pautadas na ética, que assumam a cidadania, tenham autocontrole, abertura e desenvolvam a cultura da paz. A palestrante orientou como os pais podem ajudar a desenvolver essas competências. Uma forma de fazer isso é permitir que a criança aprenda, gradativamente, a tomar conta de si, a executar tarefas com autoconfiança, saber que pode errar e descobrir o modo adequado de vencer as dificuldades naturais da vida.